quarta-feira, 2 de abril de 2014

Campeã! Vanessa deixa Clara e Angela para trás e fatura o prêmio de R$ 1,5 milhão do 'BBB 14'


RIO DE JANEIRO - No dia de seu aniversário, Vanessa ganhou de presente do público o prêmio de R$ 1,5 milhão do "Big Brother Brasil 14". Pedro Bial inovou ao anunciar o nome da vencedora. ao invés de falar o nome da campeã, cantou parabéns para que ela soubesse que havia se tornado a nova milionária do pedaço.

A modelo venceu o programa com 53% dos votos deixando Angela em segundo lugar com 28%. "Achei muito justa a vitória dela", disse a advogada. Clara ficou em terceiro lugar com 18% dos votos.

Vanessa chorou, se jogou no chão, saiu da casa correndo e foi recebida por Clara sua grande parceira no confinamento do lado de fora. "Eu amo os meus animais. Foram eles que me colocaram aqui e me fizeram ganhar", contou a grande zebra dessa edição. Ou a “underdog”, termo equivalente em inglês - e provavelmente como gostaria de ser nomeada.

Sua causa em prol dos bichos abandonados deve ter contribuído muito para seu sucesso no programa. Mas,sua vitória se deve em boa parte à Clara. Em uma edição sem vínculos afetivos, elas foram a exceção. Fake ou não, o casal lésbico foi a jogada mais certeira em uma casa repleta de estrategistas.

A torcida de Clanessa mandou no rumo do jogo, eliminou favoritos e no final teve que se escolher um lado. Para surpresa de todos, a modelo herdou toda a popularidade que a empresária acumulou desde a primeira semana por conta de seu imenso carisma e na reta final levou o milhão.

A paulista, que encarou cinco Paredões, foi comendo pelas beiradas e se tornou favorita aos 45 minutos do segundo tempo. Sua vitória já era esperada após eliminar Marcelo no último domingo (30) antecipando a verdadeira final do reality.

Sempre coerente dentro da casa, Vanessa foi coadjuvante durante quase todo o programa. Talvez por isso, errou menos que os demais. Em uma edição apática e pouco atrativa, nada mais coerente do que a pessoa que sempre se sentiu um peixe fora d'água ter "sobrado" para apagar a luz da atual temporada.

O programa

O último programa, desta edição do reality show, foi exibido nesta terça-feira (1) e reuniu familiares e ex-BBBs em um grande show embalado pelo som de Gaby Amarantos. Nome bastante criticado para ocupar o palco da grande final.

No "BBB 13", Boninho deu um show de como se fazer reality show ao surpreender o público e os confinados com twists sensacionais - quem não lembra da falsa eliminação de Anamara?

Dessa vez, o diretor parecia acomodado e pouco fez para movimentar o jogo fazendo que a fuga de telespectadores chegasse ao ponto do programa ter sua liderança ameaçada pela concorrência pela primeira vez em 12 anos.

Tanto que a final foi um simples compacto de melhores momentos extraídos a duras penas. Não teve vídeos emocionantes. Não fosse o talento de Mônica Iozzi, nada salvaria. Ainda assim, as piadas da humorista ficaram muito aquém do esperado. Nem parecia o encerramento de uma temporada.

O melhor VT foi uma compilação dos fajutos discursos de Pedro Bial esse ano. "Essa foi uma edição difícil (...) Foi tudo exagerado", reconheceu.

Ainda bem que acabou. Que venha o "BBB 15"!

segunda-feira, 31 de março de 2014

New York state joins NYC in suing FedEx for shipping untaxed cigarettes

New York state joined New York City in suing package delivery company FedEx Corp for allegedly violating state and federal laws by illegally delivering contraband cigarettes to people's homes.

The City of New York had sued FedEx last December, accusing the company of creating a "public nuisance" through its partnership with Shinnecock Smoke Shop to ship untaxed cigarettes to homes.

An amended complaint filed on Sunday included the State of New York Attorney General Eric Schneiderman among the plaintiffs, and sought more than $239 million in damages and penalties.

The New York state alleged that FedEx knowingly shipped nearly 400,000 cartons of unstamped cigarettes to homes in the state, depriving it of $15, $27.50 or $43.50 on each carton in tax revenue.

The New York city had earlier alleged that the company deprived it of excise tax of $15 per carton.

"The claims advanced in the Amended Complaint by the NYAG are substantively identical to the City's claims in the original Complaint," Assistant Corporation Counsel Eric Proshansky, who represents the New York City in the case, said in a letter on Sunday.

"Accordingly, the proposed objections to the pleadings raised by FXG (FedEx Ground Package) should still form the basis for discussion at the April 9th pre-motion conference."

FedEx requested the court last week to dismiss or substantially narrow New York City's complaint.

Schneiderman's office and FedEx were not immediately available for comment outside regular business hours.

The case is City of New York v. FedEx Ground Package System Inc et al, U.S. District Court, Southern District of New York, No. 13-09173.

segunda-feira, 10 de março de 2014

CD MAFIA DO FUNK 01, FUNK BAIXE GRATIS

CD MAFIA DO FUNK 2013


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Estádios para a Copa do Mundo,Copa do Mundo 2014

Estádios para a Copa do Mundo,Copa do Mundo 2014

O custo dos estádios para a Copa do Mundo já supera em mais de três vezes o valor informado pela CBF à Fifa quando o Brasil apresentou seu projeto para sediar o Mundial. Cópia do primeiro levantamento técnico da Fifa sobre o País, fechado em 30 de outubro de 2007 e obtido pelo jornal "OEstado de S. Paulo", informava que as arenas custariam US$ 1,1 bilhão, cerca de R$ 2,6 bilhões. A última estimativa oficial, porém, dá conta de que o valor chegará a R$ 8,9 bilhões. 

O informe foi produzido e assinado por Hugo Salcedo, que coordenou a primeira inspeção no País entre agosto e setembro de 2007. Na época, a Fifa considerou que o orçamento havia sido "bem preparado" e que "não havia dúvidas" sobre o compromisso do Brasil de atender às exigências da entidade. 

"A CBF atualmente estima que os investimentos relacionados com a construção e reformas de estádios estão em US$ 1,1 bilhão", escreveu a Fifa em seu informe. Curiosamente, a entidade esteve em apenas cinco das 18 cidades que naquele momento brigavam para receber a Copa. Das que acabariam escolhidas, não foram visitadas Fortaleza, Recife, Salvador, Natal, Curitiba, Cuiabá e Manaus. 

A Fifa, já na época, não disfarçava que o trabalho de reforma e construção dos estádios seria um desafio. "Os padrões e exigências da Fifa vão superar em muito qualquer outro evento realizado na história do Brasil em termos de magnitude e complexidade. Nenhum dos estádios no Brasil estaria em condições de receber um jogo da Copa nos atuais estados", alertou em 2007. "A Fifa deve prestar uma especial atenção nos projetos." 

O time de inspeção ainda fez um alerta sobre o Maracanã. "Não atende às exigências. Um projeto de renovação mais amplo teria de ser avaliado." 

AEROPORTOS  - O relatório elaborado antes de o Brasil ganhar o direito de sediar a Copa é, hoje, verdadeira coleção de promessas quebradas e avaliações duvidosas. "A infraestrutura de transporte aéreo e urbano poderia atender de forma confortável as demandas da Copa", indicou. "O time de inspeção pode confirmar com confiança que a infraestrutura de aeroportos poderia atender a um grande número de passageiros indo a jogos em viagens de ida e volta no mesmo dia." 

O transporte urbano também seria "suficiente" e a Fifa garantia, em 2007, que um "serviço de trem de alta velocidade vai ligar Rio e São Paulo". Considerava a infraestrutura hoteleira "suficiente" e, ao avaliar o sistema de saúde do País, fez elogios aos hospitais, apontados como "referência internacional". A referência, porém, não foram os hospitais públicos.